domingo, 31 de maio de 2009

Visão hipnótica

Visão hipnótica


Pela primeira vez, neurologistas conseguiram enxergar um cérebro hipnotizado. Graças a exames que registram as áreas cerebrais ativadas durante o transe, o mistério da hipnose começa a ser decifrado.

O assunto sempre gerou controvérsia. Tem gente que acha a hipnose um jogo teatral. O hipnotizado fingiria sensações que seu cérebro não sente, querendo se iludir, mas, no fundo, no fundo, sabendo da farsa. E tem gente que vê na hipnose um estado neurológico especial. Nele, o cérebro focaria a atenção no assunto sugerido pelo hipnotizador, sem dar bola para outras informações registradas naquele momento. Ok, tudo continuaria não passando de ilusão. Mas com uma enorme diferença: o cérebro é que seria iludido, sentindo de fato o que o hipnotizador lhe sugerisse. Seria possível até ver o cérebro sendo enganado. Aliás é exatamente isso o que está fazendo um grupo de cientistas americanos — eles entraram de cabeça na hipnose para desvendar seus mistérios e acabar com a polêmica.

Os resultados preliminares desse estudo, ao qual a SUPER teve acesso em primeira mão, são espantosos. Dezesseis voluntários observaram imagens em cores na tela de um computador. Depois de hipnotizados, eles foram levados a acreditar que a mesma figura colorida, vista outra vez no monitor, era toda cinza. Nesse instante, o cérebro ativou uma região que inibe a visão das cores (veja como foi a experiência no infográfico da página 42). Ou seja, sem nenhuma possibilidade de farsa, o cérebro passou a ver em preto e branco. Mais tarde, os mesmos voluntários foram induzidos a ver cores em imagens onde elas não existiam. E, outra vez, bingo! Os resultados confirmaram que o cérebro estava mesmo "vendo" colorido.

Você está vendo esta ilustração? Então seu cérebro está exatamente como ela. A mancha avermelhada mostra a região ativada enquanto alguém olha uma imagem colorida.

Mas se você estivesse hipnotizado, seu cérebro poderia estar assim. A mancha avermelhada indica a área cerebral que inibe a visão das cores. Em outras palavras, o hipnotizador poderia convencê-lo de que a SUPER é uma revista em preto e branco.

Olhos fechados, mente atenta e concentrada

"A gente ainda não conhece os detalhes do processo, mas o quadro está cada vez mais claro", disse à SUPER o americano Stephen Kosslyn, psicólogo e neurologista da Universidade Harvard, um dos coordenadores da experiência, que também contou com psiquiatras da Universidade Stanford, radiologistas do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, além de neurologistas do Memorial Hospital, de Nova York. Para esse time da pesada mergulhar na hipnose, um equipamento foi fundamental: o PET, que mostra com precisão quais regiões cerebrais estão sendo ativadas a cada momento.

Há pouco mais de dois anos, o PET passou a ser usado para a investigação da hipnose. Kosslyn explica: "Exames mais antigos, como o do eletroencefalograma, poderiam até mostrar a região da visão sendo ativada como um todo, mas não informariam se o indivíduo estaria enxergando colorido ou em preto o branco aquilo que afirmasse enxergar". Segundo o psiquiatra David Spiegel, da Universidade Stanford, o PET também confirmou outro ponto importante: "Os centros ligados à atenção permanecem ativos".

Nessa tecla, o fisiologista italiano Giancarlo Carli já vem batendo há mais de uma década, apesar de a palavra hipnose, criada no final do século XIX, ser derivada de Hypnos, o deus grego do sono. "A hipnose é um estado de vigília. Ela nada tem a ver com adormecer", afirma ele, que é considerado um dos maiores especialistas mundiais no assunto. "O próprio eletroencefalograma já indicava isso ao registrar as ondas cerebrais. Durante o sono, há ondas bastante típicas, que nunca aparecem nos hipnotizados. Mesmo aqueles que chegam ao grau mais profundo da hipnose (veja o quadro à esquerda) apresentam ondas cerebrais de quem está acordado."

Se os cientistas entendem melhor o que é a hipnose, eles pouco sabem sobre a trajetória que leva o cérebro a esse estado. Há indícios de que uma estrutura cerebral semelhante a uma rede, chamada formação reticular, funciona como elo entre a voz do hipnotizador e a massa cinzenta do hipnotizado. "A formação reticular controla a vigília e o sono e ainda seleciona em que informações devemos nos concentrar", explica o psiquiatra Fernando Portela Câmara, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A tese mais aceita é a de que as palavras do hipnotizador, processadas pelo nervo auditivo, alcançam a ponta dessa rede, na base do cérebro, e se espalham por toda a massa cinzenta. Por se tratar de estímulos repetitivos (veja o quadro à direita), quando eles chegam no lobo frontal, região atrás da testa, concentram a atenção do paciente em um único foco, inibindo tudo o que está ao redor.

sábado, 30 de maio de 2009

MEV

Microscópio Eletrônicos de Varredura (MEV)

O Microscópio Eletrônico de Varredura 6460LV da Jeol possui, além das características bem conhecidas deste tipo de equipamento, capacidade de gerar imagens de amostras isolantes sem a necessidade de metalização, através do modo baixo vácuo (environmental). Este recurso é especialmente útil para caracterizar amostras biológicas não resistentes a grandes diferenças de pressão e qualquer outro tipo de amostra onde a metalização pode gerar artefatos

Principais Características

  • Resolução nominal de 3nm para alto vácuo e 4nm para baixo vácuo

  • Aumento de 8 X a 300.000 X

  • Detector de elétrons retroespalhados

  • Detector de elétrons secundários (alto e baixo vácuo)

  • Sistema de EDS (Energy Dispersive Spectroscopy)

  • Modo baixo vácuo - pressão ajustável de 10 a 270 Pa (0,1 a 2,7 mbar)



Microscópio Eletrônico de Varredura e Microanálise

Princípio de Funcionamento

Dentro da coluna de alto vácuo, os elétrons gerados a partir de um filamento de tungstênio, por efeito termiônico, são acelerados por uma diferença de potencial entre catodo e anodo entre 0,3 kV a 30 kV. O feixe gerado passa por lentes condensadoras que reduzem o seu diâmetro e por uma lente objetiva que o focaliza sobre a amostra. Logo acima da lente objetiva existem dois estágios de bobinas eletromagnéticas responsáveis pela varredura do feixe sobre a amostra.

Desenho esquemático da coluna do MEV

O feixe interage com a região de incidência da amostra até uma profundidade que pode variar de 1 &microm a 6 &microm , dependendo da natureza da amostra. Esta região é conhecida por volume de interação, o qual gera os sinais que são detectados e utilizados para a formação da imagem e para microanálise.

Volume de interação


Para fomação da imagem, o fluxo de informação do microscópio para o computador consiste na localização dos pontos de varredura no plano x,y com o conjunto de intensidades correspondentes, originadas pelo detector de elétrons retroespalhados ou pelo detector de elétrons secundários, que estão localizados dentro da câmara de vácuo. Quando a amostra é varrida, a tela do display é varrida simultaneamente com correspondência de posições, utilizando as intensidades dos detectores para cada ponto, como esquematizado na figura.

Esquema de formação de imagem


Para visualizar micrografias do MEV, clique em Galeria de Imagens

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EDS (Energy Dispersive Spectroscopy )

Quando o feixe atinge a amostra, seus átomos são excitados e, ao voltarem para o estado fundamental, emitem fótons com energias características do átomo. Os fótons são assim identificados em termos de sua energia e contados pelo detector de raios-X localizado dentro da câmara de vácuo. Desta forma o conjunto hardware e software do sistema aquisita e gera o espectro relativo ao número de contagens em função da energia, em keV, identificando os elementos químicos presentes na amostra. Os átomos a partir do boro são identificáveis, uma vez que o detector possui filtro de NORVAR ao invés de berílio. Além dos espectros, o sistema realiza análise de pontos, linhas e regiões definidas sobre a imagem aquisitada da amostra e gera também mapa dos elementos sobre a imagem obtida.


Espectro gerado pelo EDS. Material: Cromel


Sistema de Nanolitografia NPGS

O sistema de nanolitografia por feixe de elétrons possui computador e software de transferência dedicados os quais permitem a reprodução de padrões (desenhos pré-definidos no formato CAD), sobre a superfície de uma amostra, em escala micro ou nanométrica. Para isso o sistema controla o interruptor do feixe e as lentes eletromagnéticas de varredura do microscópio, manipulando-os de forma que o feixe siga a trajetória que reproduza os desenhos na amostra. Porém, além da transferência de padrões, outros processos completam a nanolitografia, como a preparação das amostras, recobrimento com eletroresiste, revelação, caracterização, além de processos controlados de aquecimento. O Laboratório de Filmes Finos possui toda a infra-estrutura necessária para todos estes processos (Infra-Estrutura).

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ANTITÉRMICOS

ANTITÉRMICOS

Os medicamentos antitérmicos agem para inibir a produção da enzima chamada prostaglandina endoperóxido sintase, que, em excesso, causa o aumento da temperatura do corpo.

Como agem os remédios antitérmicos?

A febre indica que algo está errado com a saúde: a pessoa febril pode estar com uma infecção, uma inflamação ou ainda uma lesão no sistema nervoso. Quando isso acontece, o corpo passa a produzir uma quantidade maior da enzima chamada prostaglandina endoperóxido sintase, que em condições normais auxilia na coagulação do sangue e na produção do suco gástrico, entre outras coisas. Em excesso, essa substância acaba desequilibrando o funcionamento do hipotálamo, a região central encarregada de controlar a temperatura do corpo. Assim, o organismo passa a produzir mais calor do que consegue perder é a febre. Os antitérmicos agem no início do processo, inibindo a ação da enzima causadora do problema, explica a farmacêutica bioquímica Elizabeth Igne Ferreira, da Universidade de São Paulo. É importante lembrar que esses remédios só impedem que a temperatura corporal suba, mas não curam o distúrbio que estaria provocando essa elevação.

Benefícios da Linhaça

Os benefícios da Semente de Linhaça

É considerada como um alimento funcional, ou seja, que contém, além de seus nutrientes básicos (carboidratos, proteínas, gorduras e fibras), elementos que podem diminuir o risco de algumas doenças pois seu uso contínuo pode proporcionar aumento da defesa orgânica e redução do ritmo de envelhecimento celular.

Na composição da semente de linhaça estão presentes proteínas, fibras alimentares e ácidos graxos poliinsaturados (Ômega 3 e Ômega 6), que lhe conferem a propriedade de alimento funcional. A semente de linhaça é a mais rica fonte de Ômega 3 existente na natureza.

Os investigadores do INSTITUTO CIENTÍFICO PARA ESTADO DA LINHAÇA DO CANADÁ e dos Estados Unidos, têm enfocado sua atenção no rol desta semente na prevenção e cura de numerosas doenças degenerativas.

Muitos estudos estão sendo desenvolvidos para confirmar os benefícios do consumo regular da semente de linhaça. Alguns desses estudos afirmam que a linhaça poderia ajudar a baixar os níveis de colesterol, pois é rica em fibras solúveis. Também esta sendo estudada outras funções e tem benefícios como:

-- Rejuvenescedor
--
Baixa de peso

-- Auxilia no combate a anemia
-- Auxilia no combate ao câncer: de mama, de próstata, de colon, de pulmão, etc...
-- Auxiliar no combate à acne.
-- Auxiliar no equilíbrio hormonal, amenizando distúrbios causados pela TPM e menopausa;
-- Auxiliar na diminuição do risco de aterosclerose;
-- Auxiliar no controle Diabete - da glicemia
O consumo regular de linhaça favorece o controle dos níveis de açúcar no sangue.
Esta é uma excelente notícia para os insulina dependentes.
-- Vitalidade Física
-- Sistema Digestivo
-- Sistema Nervoso
-- Doenças Inflamatórias
--Retenção de Líquidos
-- Sistema Imunológico
-- Sistema Cardiovascular
-- Funcionamento Intestinal
-- Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa
-- Para combater a agressividade e a obesidade
--
Condições da Pele e do Cabelo

Veja a composição nutricional de 15 g da Semente de Linhaça:

Valor calórico 43 Kcal
Carboidratos 1 g
Proteínas 2 g
Gorduras totais 3 g
Gorduras Saturadas 0 g
Gorduras Trans 0 g
Fibra alimentar 3 g
Ômega-3 58%
Ômega-6 16 %
Sódio 7,8 mg

Além disso, é a maior fonte alimentar de lignanas, compostos fitoquímicos parecidos com o estrogênio, que teriam propriedades anticancerígenas, principalmente em relação ao câncer de mama e cólon. Ainda contém vitaminas B1, B2, C, E e Caroteno e minerais como ferro, zinco, alguma quantidade de potássio, magnésio, fósforo e cálcio.

A semente de linhaça moída trás mais benefícios nutricionais que a semente inteira, que possui uma casca dura, difícil de digerir. Portanto, uma forma fácil quebrar as sementes é passá-la em um processador ou liquidificador na tecla pulsar, para que não vire pó. Depois, guarde-a em refrigerador, e deixe fora da luz. Desta forma, a utilização será ainda melhor.
As sementes podem ser utilizadas em iogurtes, saladas, sucos, vitaminas, misturada à cereais, massas de pães e bolos e em todos os outros alimentos. Também pode substituir o óleo ou gordura utilizada em uma receita. Por exemplo, se uma receita pedir 1/3 xícara (chá) de óleo, use 1 colher (sopa) de semente de linhaça moída, em substituição.

Vitalidade Física:
Um dos mais notáveis indicativos de melhora devido ao consumo de linhaça é o incremento progressivo na vitalidade e na energia.
A linhaça aumenta o coeficiente metabólico e a eficácia na produção de energia celular. Os músculos se recuperam da fadiga do exercício.

Baixa de Peso:
A linhaça moída é excelente para baixa de peso, pois elimina o colesterol em forma rápida .
Ajuda a controlar a obesidade e a sensação desnecessária de apetite, por conter grandes quantidades de fibra dietética, tem cinco vezes mais fibra que a aveia. Se você deseja baixar de peso, tome uma colher a mais pelas tardes.

Combate ao Cancer:
de mama, de próstata, de colon, de pulmão, etc...
A semente de linhaça contém 27 componentes anti-cancerígenos , um deles é ; a LIGNINA.
A semente de linhaça contém 100 vezes mais Lignina que os melhores grãos integrais.Nenhum outro vegetal conhecido até agora iguala essas propriedades. Protege e evita a formação de tumores. Só no câncer se recomenda combinar semente de linhaça moída com queijo cottage baixo em calorias.

Condições da Pele e do Cabelo:
Com o consumo regular de sementes de linhaça você notará como sua pele volta-se mais suave . É útil para a pele seca e pele sensível aos raios do sol. É ideal para problemas na pele , tais como: psoríase e eczema .
Recomenda-se também como máscara facial para uma limpeza profunda do cútis. Ajuda na eliminação do pano branco, manchas, acne, espinhas, etc.
É excelente para a calvície . Essa é uma boa notícia para quem sofre de fixar e NUTRIR teu cabelo. Não use vaselinas que danificam teu coro cabeludo e teu cabelo.

Sistema Digestivo:

Prevêem ou cura o câncer de colon. Ideal para artrite, prisão de ventre, acidez estomacal.
Lubrifica e regenera a flora intestinal .
Expulsão de gases gástricos .É um laxante por excelência.
Previne os divertículos nas paredes do intestino. Elimina toxinas e contaminadores.

Sistema Nervoso:
É um tratamento para a pressão. As pessoas que consomem linhaça sentem uma grande diminuição da tensão nervosa e uma sensação de calma.
Ideal para pessoas que trabalham sob pressão. Melhoras funções mentais dos anciãos , melhora os problemas de conduta
(esquizofrenia).
A linhaça é uma dose de energia para teu cérebro, porque contém os nutrientes que reduzem mais eurotransmissores
(reanimações naturais) .

Doenças Inflamatórias:
O consumo de linhaça diminui as condições inflamatórias de todo tipo.
Refere-se a todas aquelas doenças terminadas em "TITE", tais como: gastrite, hepatite , artrite, colite, amidalite, meningite , etc.

Retenção de Líquidos:
O consumo regular de linhaça, ajuda aos rins a excretar água e sódio. A retenção de água (Edema) acompanha sempre à
inflamação de tornozelos, alguma forma de obesidade, síndrome pré-menstrual, todas as etapas do câncer e as doenças cardiovasculares.

Sistema Imunológico:
A linhaça alivia alergias, é efetiva para o LUPUS.
A semente de linhaça por conter os azeites essenciais Omega 3, 6, 9 e um grande conteúdo de nutrientes que requeremos constantemente, faz com que nosso organismo fique menos doente, por oferecer uma grande resistência às doenças.


Sistema Cardiovascular:

É ideal para tratar a arteriosclerose, elimina o colesterol aderido nas artérias, esclerose múltipla, trombose coronária alta pressão arterial , arritmia cardíaca , incrementa as plaquetas na prevenção da formação de coágulos sanguíneos.
É excelente para regular o colesterol ruim .
O uso regular de linhaça diminui o risco de padecer de doenças cardiovasculares.
Uma das características UNICAS da linhaça é que contém uma substância chamada taglandina, a qual regula a pressão do sangue e a função arterial e exerce um importante papel no metabolismo de cálcio e energia.
O Dr. J H. Vane, ganhou o prêmio Nobel de medicina em 1962 por descobrir o metabolismo dos azeites essenciais Omega 3 e 6 na prevenção de problemas cardíacos.
Uma outra forma de conseguir os benefícios da linhaça é consumir o óleo de linhaça, que é extraído da semente inteira, usando métodos de extração desenvolvidos especialmente para este fim (a frio). O produto obtido é engarrafado (para ser usado em saladas ou pratos frios) ou colocado em cápsulas gelatinosas, sendo utilizado como suplementação de ômega-3.

Funcionamento Intestinal:
Para a melhora do funcionamento intestinal: de uma noite para o dia, coloque 1 colher (sopa) de semente de linhaça em ½ copo de água e deixe "descansar" por 12 horas, tome somente a água em jejum pela manhã.
Para evitar o desperdício as sementes podem ser adicionadas sobre saladas, iogurtes vitaminas...

Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa:
Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa.... Consuma diariamente 1 colher (sopa) de semente de linhaça preferencialmente triturada (como uma farofinha) sobre os alimentos. Evite que as sementes passem por processos térmicos de aquecimento para que sua gordura boa não oxide.

Para combater a agressividade e a obesidade:
duas colheres de sopa de linhaça trituradas no liquidificador. Coloca-se água ou suco para adoçar. Todos os dias; tomados em intervalos durante o dia na média de 4x ao dia; essas duas colheres.
1 colher de sopa de sementes de linhaça moídas (moa uma xícara no liquidificador e guarde o restante no freezer) - 3 colheres de sopa de água
Modo de preparo:
Misture a farinha e a água em uma tigela pequena. Deixe descansar por 1 a 2 minutos. (Torna-se muito espessa se ficar mais tempo). Em algumas receitas abundantes em líquidos, as sementes de linhaça moídas podem ser adicionadas diretamente aos ingredientes secos.

Modo de Usar na maioria dos casos:

Duas colheres de sopa por dia, batidas no liquidificador, se mistura em um copo de suco de fruta, ou sobre a fruta, ou com a aveia, ou iogurte no café da manhã ou no almoço. Podem tomar pessoas de todas as idades (crianças, adolescentes e anciãos). Inclusive mulheres grávidas
.

Fitorerápicos

Um medicamento fitoterápico é aquele alcançado de plantas medicinais, onde utiliza-se exclusivamente derivados de droga vegetal[1] tais como: suco, cera, exsudato, óleo, extrato, tintura, entre outros.[2] O termo confunde-se com fitoterapia ou com planta medicinal que realmente envolve o vegetal como um todo no exercício curativo e/ou profilático. Os fitoterápicos são medicamentos industrializados, onde são tratados através de legistação específica.[3]São uma mistura complexa de substâncias, onde, na maioria dos casos, o princípio ativo é desconhecido.[4]

O simples fato de coletar, secar, estabilizar e secar um vegetal não o torna fitoterápico. Deste modo, vegetais íntegros, rasurados, triturados ou pulverizados, não são considerados medicamentos fitoterápicos,[2] em outras palavras, uma planta medicinal não é um fitoterápico. Também não são considerados fitoterápicos os chás, medicamentos homeopáticos e partes de plantas medicinais.[5]

Assim como outros medicamentos, os fitoterápicos quando utilizados de forma incorreta podem proporcionar problemas de saúde.


Definição de órgãos regulatórios

Fitoterápico, segundo a RDC n°48 de 16 de março de 2004 da Anvisa é o medicamento obtido empregando-se exclusivamente matérias-primas ativas vegetais. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade. Sua eficácia e segurança é validada através de levantamentos etnofarmacológicos de utilização, documentações tecnocientíficas em publicações ou ensaios clínicos fase 3. Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais.[6]

Segundo a OMS, os medicamentos fitoterápicos são aqueles preparados com substâncias ativas presentes na planta como um todo, ou em parte dela, na forma de extrato total.[7]

Utilização na saúde pública

No Brasil, o Ministério da Saúde, torna disponível a utilização de medicamentos fitoterápicos na saúde pública. Desde 2007, as prefeituras brasileiras podem adquirir espinheira santa, utilizada no tratamento de úlceras e gastrites e guaco para sintomas da gripe, como a tosse, ambos aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.[8][9]

Através da Portaria interministerial (2.960/2008) assinada pelo Ministério da Saúde do Brasil e outros nove ministérios (Casa Civil; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Cultura; Desenvolvimento Agrário; Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior; Integração Nacional; Meio Ambiente; e Ciência e Tecnologia) foi criado o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos com objetivo de ampliar a utilização deste tipo de medicamento pelo SUS.[10]

Também em janeiro de 2009, o Ministério da Saúde do Brasil divulgou uma lista com 71 plantas que podem ser utilizadas como medicamento fitorerápico.[11]Eis a composição da lista:

Nome científico Nome popular Uso
Achillea millefolium Mil-folhas, Dipirona Combate úlceras, feridas, analgesica
Allium sativum Alho Anti-séptico, Antiiflamatório e Anti-hipertensivo
Aloe spp (A. vera ou A. barbadensis) Babosa, áloes Combate caspa, calvíce e é antisseptico, tira lendia de piolhos e é cicatrizante
Alpinia spp (A. zerumbet ou A. speciosa) Colônia Anti-hipertensivo
Anacardium occidentale Caju Antisseptico e cicatrizante
Ananas comosus Abacaxi Mucolítica e fluidificante das secreções e das vias aéreas superiores.
Apuleia ferrea = Caesalpinia ferrea Jucá, pau-ferroverdadeiro, ibirá-obi Infecção catarral, garganta, gota, cicatrizante
Arrabidaea chica Crajirú, carajiru Afeções da pele em geral (impigens), feridas, Antimicrobiano
Artemisia absinthium Artemísia Estômago, fígado, rins, verme (lombriga e oxíuru, giárdia e ameba)
Baccharis trimera Carqueja, carquejaamargosa Combate feridas e estomáquico
Bauhinia spp (B. affinis, B. forficata ou variegata) Pata de vaca
Bidens pilosa Picão Combate úlceras
Calendula officinalis Bonina, calêndula, flor-de-todos-osmales, malmequer Feridas, úlceras, micoses
Carapa guianensis Andiroba, angiroba, nandiroba Combate úlceras, dermatoses e feridas
Casearia sylvestris Guaçatonga, apiáacanoçu,bugre branco, café-bravo Combate úlceras, feridas, aftas, feridas na boca
Chamomilla recutita = Matricaria chamomilla = Matricaria recutita Camomila Combate dermatites, feridas banais
Chenopodium ambrosioides Mastruz, erva-de-santa- maria, ambrosia, erva-debicho, mastruço, menstrus Corrimento vaginal, antisseptico local
Copaifera spp Copaíba Antiinflamação
Cordia spp (C. curassavica ou C. verbenacea) Erva baleeira Antiiflamatoria
Costus spp (C. scaber ou C. spicatus) Cana-do-brejo Combate leucorréia e infição renal
Croton spp (C. cajucara ou C. zehntneri) Alcanforeira, herva-mular, péde-perdiz Combate feridas, úlceras
Curcuma longa Açafrão
Cynara scolymus Alcachofra Combate ácido úrico
Dalbergia subcymosa Verônica Auxiliar no tratamento de inflamações uterinas e da.anemia
Eleutherine plicata Marupa, palmeirinha Hemorróida, vermífugo
Equisetum arvense Cavalinha Diurético
Erythrina mulungu Mulungu Sistema nervoso em geral
Eucalyptus globulus Eucalipto Combate leucorréia
Eugenia uniflora ou Myrtus brasiliana Pitanga Diarréia
Foeniculum vulgare Funcho Anti-séptico
Glycine max Soja Sintomas da menopausa, oesteoporose
Harpagophytum procumbens Garra-do-diabo Artrite reumantoide
Jatropha gossypiifolia Peão-roxo, jalopão, batata-de-téu Antisseptico, feridas
Justicia pectoralis Anador Cortes, afecções nervosas, catarro bronquial
Kalanchoe pinnata = Bryophyllum calycinum Folha-da-fortuna Furúnculos
Lamium album Urtiga-branca Leucorréia
Lippia sidoides Estrepa cavalo, alecrim, alecrim-pimenta
Malva sylvestris Malva, malva-alta, malva-silvestre Furúnculos
Maytenus spp (M. aquifolium ou M. ilicifolia) Concorosa, combra-de-touro, espinheira-santa, concerosa Antiséptica em feridas e úlceras
Mentha pulegium Poejo
Mentha spp (M. crispa, M. piperita ou M. villosa) Hortelã-pimenta, hortelã, menta
Mikania spp (M. glomerata ou M. laevigata) Guaco Broncodilatador
Momordica charantia Melão de São Caetano
Morus sp Amora
Ocimum gratissimum Alfavacão, alfavaca-cravo
Orbignya speciosa Babaçu
Passiflora spp (P. alata, P. edulis ou P. incarnata) Maracujá Calmante
Persea spp (P. gratissima ou P. americana) Abacate Ácido úrico, prevenir queda de cabelo, anti-caspa
Petroselinum sativum Falsa
Phyllanthus spp (P. amarus, P.niruri, P. tenellus e P. urinaria) Erva-pombinha, quebra-pedra
Plantago major Tanchagem, tanchás Feridas
Plectranthus barbatus = Coleus barbatus Boldo
Polygonum spp (P. acre ou P. hydropiperoides) Erva-de-bicho Corrimentos
Portulaca pilosa Amor-crescido Feridas, úlceras
Psidium guajava Goiaba Leucorréia, aftas, úlcera, irritação vaginal
Punica granatum Romeira Leucorréia
Rhamnus purshiana Cáscara sagrada
Ruta graveolens Arruda
Salix alba Salgueiro branco
Schinus terebinthifolius = Schinus aroeira Araguaíba, aroeira, aroeira-do-rio-grande-do-sul Feridas e úlceras
Solanum paniculatum Jurubeba
Solidago microglossa Arnica Contusões
Stryphnodendron adstringens = Stryphnodendron barbatimam Barbatimão, abaremotemo, casca-da-virgindade Leucorréia, feridas, úlceras, corrimento vaginal
Syzygium spp (S. jambolanum ou S. cumini) Jambolão
Tabebuia avellanedeae Ipê-roxo
Tagetes minuta Cravo-de-defunto
Trifolium pratense Trevo vermelho
Uncaria tomentosa Unha-de-gato Imunoestimulante, antiinflamatório
Vernonia condensata Boldo da Bahia
Vernonia spp (V. ruficoma ou V. polyanthes) Assa-peixe
Zingiber officinale Gengibre Tosse

Etapas de desenvolvimento

Etapa botânica

A etapa botânica refere-se à identificação do material vegetal. Esta etapa é de suma importância, pois diferentes espécies podem ter também efeitos diferentes. Também é avaliado a atividade do vegetal, concentração de seus princípios ativos em diferentes épocas e locais de colheita. Um vegetal pode ser confundido com outro muito facilmente.[12]

Etapa farmacêutica

Determina-se e identifica-se as substâncias de valor no vegetal. Assim é criado a forma de preparo correta, garantindo a estabilidade das amostras.[12]

Etapa de ensaios biológicos

O possível medicamento é testado em ensaios farmacodinâmicos, farmacocinéticos e toxicológicos em animais de laboratório.[12]

Etapa clínica

Esta fase é dividida em quatro seguimentos: na primeira etapa o medicamento é usado em poucas pessoas e são avaliados sus farmacocinética, farmacodinâmica, dosagem e local de aplicação; a segunda etapa testa o medicamento em doentes; a terceira etapa prolonga-se o tempo de uso e na última etapa utiliza-se um número maior de pacientes para confirmar as etapas anteriores.[12]

radiações

dosimetria termoluminescente é uma ferramenta versátil para a avaliação da dose de radiação ionizante. A grande variedade de materiais cerâmicos e suas diferentes formas físicas permitem a determinação da qualidade da radiação em um intervalo de doses de m Gy a kGy. Umas das maiores vantagens dos dosímetros TL são as suas pequenas dimensões e o fato de não necessitarem de cabos ou equipamentos auxiliares durante a medida da dose. Como conseqüência disso, eles são adequados para um grande número de aplicações. Esse artigo tem como objetivo apresentar uma breve revisão dos princípios básicos, dos cálculos teóricos da TL, o modelo simplificado de termoluminescência, algumas aplicações na dosimetria das radiações ionizantes e os trabalhos desenvolvidos no IPEN nessa área.

terça-feira, 26 de maio de 2009

bio é vida

Os grupos sanguíneos ou tipos sanguíneos foram descobertos no início do século XX (cerca de 1900 - 1901), quando o cientista austríaco Karl Landsteiner se dedicou a comprovar que havia diferenças no sangue de diversos indivíduos[1] . Ele colheu amostras de sangue de diversas pessoas, isolou os glóbulos vermelhos (hemácias) e fez diferentes combinações entre plasma e hemácias, tendo como resultado a presença de aglutinação dos glóbulos em alguns casos, e sua ausência em outros. Landsteiner explicou então por que algumas pessoas morriam depois de transfusões de sangue e outras não. Em 1930 ele ganhou o Prêmio Nobel por esse trabalho.

Os tipos sanguíneos são determinados pela presença, na superfície das hemácias, de antígenos que podem ser de natureza bioquímica variada, podendo ser compostos por carboidratos, lipídeos, proteínas ou uma mistura desses compostos. Estes antígenos eritrocitários são independentes do Complexo principal de histocompatibilidade (HLA), o qual determina a histocompatibilidade humana e é importante nos transplantes.